
Meu rio...
Tuas andanças neste mundo de espelhos
só levam-te a ti...
Uma mistura de terra,
umas maos de vento que acariciam a fronte,
roçam o segredo de um coraçao que
vibra feito lira.
Um punhado de umidade
no viés dos olhos lustros
para dizer-te da gratidao do agora.
Um sussuro no tempo
dos amores,
é dança de sol.
Na pedra lisa,
o rio passando como verdade imutável...
Encharco-me nele;
diluo meus cem nomes
- no dia do musgo cantante, as águas falam
para mim...
Tuas andanças neste mundo de espelhos
só levam-te a ti...
Uma mistura de terra,
umas maos de vento que acariciam a fronte,
roçam o segredo de um coraçao que
vibra feito lira.
Um punhado de umidade
no viés dos olhos lustros
para dizer-te da gratidao do agora.
Um sussuro no tempo
dos amores,
é dança de sol.
Na pedra lisa,
o rio passando como verdade imutável...
Encharco-me nele;
diluo meus cem nomes
- no dia do musgo cantante, as águas falam
para mim...
1 comentario:
Os rios não secam jamais. Hão de vir secas, hão de vir enxentes. E ele continuará lá.
A parte dos cem nomes me tocou profundamente. E o mundo precisa de mais sensibilidade. Fico grato por existir pessoas como você.
beijão, Ivan.
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