lunes, 4 de junio de 2007




Hoje o sol acordou minha mao;
devolvendo-me a gana de tocar o verde ,
de chamar o vento ,
de semear esta terra nossa.

Hoje o instante nao quis saber das sorrateirras esquinas,
nao quis roubar-me,
nem levar-te a ti
para esse passado que já é,
este futuro anunciado nos horoscópos
nos jornais.

Hoje a respiraçao disse
aos olhos que tudo está,
que o baú dos sonhos perdidos foi aberto
liberando os mitos de nao alcançar.

O dia chegou desatando as noites veladas
dos fantasmas enbranquecidos na solidao.
Com a claridade,
o comovente céu ficou acessível.


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