domingo, 27 de mayo de 2007

Quando...


O tempo nao importava, nem as coxas, nem as vestes.
O lento era alento, paz, lugar de iluminar.
As tardes sobreavam, espiralavam, criavam sentimentos.
O amor era criança contente, reluzente e calorosa.
A mao pousada em outra, abrigo, inspiraçao, som.
Quando a sós eramos também harmonia, sonhos, avenidas inteiras...

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